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Nome:Shaide Halim
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Universo Vintage
Pessoinhas,
hj estarei no programa Mulheres, na TV Gazeta, apresentado por Katia Fonseca, dando uma mini aulinha de dança indiana, e me apresentando com Nubia Ferro e Jamila Silva, bailarinas da Cia Lotus Dança Indiana Moderna.
O programa começa às 14 h e termina às 17 h, acho eu. Não sei ao certo em que momento aparecemos por lá, portanto, pra quem quiser assistir, é bom ficar ligado no programa do começo ao fim. ^-^
Esse post, de UTILIDADE PÚBLICA, é uma colaboração de Lua Samsara, professora aqui da escola e terapeuta corporal.
Parte 2, meninas! Como perceberam, na primeira parte só passamos 3 grupos musculares. O blog tem um limite de toques por post, portanto, tenhamos paciência. Tem exercício para 53 partes do corpo... portanto, vou intercalar os alongamentos com outros textos, ta? Mas prometo postar todos!
4. Musculatura Peitoral M. peitoral maior m. grande redondo. Função: Mover os braços para a frente e para baixo, de uma posição levantada. A. Tensionar B. Alongar Variando a distância entre as mãos, você pode exercitar outras partes da musculatura peitoral. Colocando as mãos em diferentes alturas, você também muda a área de alongamento. 5. Os Grandes Músculos Peitorais M .peitoral maior. Função: Mover o braço para a frente, da articulação do ombro.
De pé, com o corpo inclinado para frente, as pernas levemente separadas e as mãos bem afastadas uma da outra, segure-se numa barra ou algo semelhante. Pressione as mãos e os braços para baixo, com a maior força possível, e tente empurrar a barra para baixo, por 20 segundos. Sinta a tensão nos músculos peitorais.
Pressione lentamente o tronco para baixo, segurando-se na barra, com os braços esticados, por 20 segundos. Sinta o alongamento no peito. Você pode tornar o alongamento mais proveitoso flexionando os joelhos ligeiramente.
A. Alongar
Mantenha o antebraço na mesma posição de “A” e firme os pés no chão. Gire o tronco para fora e para a frente de maneira que o peito seja empurrado o mais possível para a frente. Sinta a tensão no peito, na parte anterior dos ombros. Fique nesta posição por 20 segundos.
B.Tensionar
De pé, apóie-se de lado no batente de uma porta e pressione sua mão ou o antebraço contra ele, com a maior força possível, durante 20 segundos.
Alternativa: Em vez de usar o batente de uma porta, você pode segurar-se numa barra; de pé, de costas para a barra, tente puxar a barra como se quisesse arrancá-la. Faça o mesmo se você utilizar uma rede.
Esse post, de UTILIDADE PÚBLICA, é uma colaboração de Lua Samsara, professora aqui da escola e terapeuta corporal.
São mais de 100 exercícios de alongamento... portanto, vai ficar dificil colocar de uma só vez! Vou dividir em capítulos e vou adicionando ao blog aos poucos, tá?
Façam bom uso... mas façam mesmo! Não adianta achar suuuuuuper bacana, mas ficar só na leitura, hein? ^-^
1. Músculos que movimentam o braço para a frente Músculo deltóide/porção ventral/m. peitoral maior. Função: Mover o braço levantado para a frente. A. Tensionar B. Alongar 2. Musculatura Peitoral M. peitoral maior & menor, m. CoracobraquiaL Função: Mover o braço para a frente e para dentro na articulação do ombro abaixá-los e mover o ombro para a frente. A. Tensionar B. Alongar Os dois exercícios acima podem ser feitos com um companheiro, taticamente. Fique de pé e apóie suas costas nas do companheiro. com as mãos um do outro, com os braços esticados para os lados. Primeiro tentem pressionar os braços para a frente com uma tensão muscular ativa. Depois, alonguem os braços esticados, separando-se um pouco um do outro, sem soltar as mãos. 3. Musculatura Peitoral M. peitoral maior. Função: Mover o braço para a frente (e para dentro) na articulação do ombro. A. Tensionar
Cruze as mãos atrás da nuca e segure-as contra a cabeça. O seu companheiro de exercícios segurará seus cotovelos enquanto você estiver pressionando-os para a frente, por 20 segundos.
Alongamento passivo, fazendo seu companheiro de exercícios puxar os cotovelos para trás e mantendo a posição por aproximadamente 20 segundos.
Com os braços estendidos para a frente, pressione as mãos uma contra a outra (com ou sem bola), com a maior força possível, por 20 segundos.
Estenda os braços para trás e para cima, de forma passiva, e fique nesta posição por 20 segundos. segurando-se numa rede. O alongamento também pode ser feito com ajuda de um companheiro de exercícios, que segurará seus pulsos.
Com os braços estendidos para a frente, pressione as mãos uma contra a outra (com ou sem o auxílio de uma bola), com a maior força possível, por 20 segundos.
B. Alongar
Fique de pé, de frente para o canto de um cômodo. Coloque as mãos (ou os antebraços) contra as paredes e deixe o corpo cair para a frente. Pressione o corpo para dentro de tal forma que você sinta a tensão na frente da caixa torácica. Fique nesta posição por 20 segundos.
A tensão “A” pode ser feita na mesma posição, no canto, como o alongamento. Porém não pressione o corpo de tão longe.
por Cylla Alonso - 07.06.2006
Antes que as gravações musicais fossem possíveis, a dança, o ritmo e a música, faziam parte de um contexto único, mantendo entre si uma relação intima, constante e ao vivo para alcançar um determinado objetivo.
As manifestações artísticas mais antigas, em geral circulares e tribais, concebiam que a relação entre o ritmo, feito por elementos corporais simples em grupo (como batidas dos pés no chão e palmas), a música produzida pela voz grupal em uníssono e os movimentos e gestos da dança, poderia produzir um padrão de energia tão poderoso que poderia influenciar as forças invisíveis que controlam a natureza.
Passada de geração para geração, a importância da união destes três elementos ao vivo já teve tanto prestígio, sendo utilizada para os mais diversos objetivos, que foi associada ao controle da natureza, aos dogmas religiosos, aos rituais de fertilidade, aos rituais de guerra e às celebrações de união, paz, vida e morte.
Com a tendência evolutiva natural, o ritmo ganhou tambores, a música ganhou instrumentos, a dança ganhou elaboração e a relação entre eles ganhou padrões cada vez mais sofisticados que, mais tarde, se tornariam rebuscados processos de comunicação que dariam continuidade ao processo natural de evolução.
Nas culturas antigas mais sofisticadas, os sentidos ritualísticos, religiosos e festivos transcenderam do sentido de manifestação comunitária, ao sentido de entretenimento de uma minoria para a maioria.
Desta forma, o sentido de união dos três elementos ao vivo pode chegar a protagonizar realidades humanas, históricas e espirituais, apoderando-se da visão e audição da platéia para transmitir seus argumentos através do som e do movimento.
Mais tarde, diferentes tipos de apresentações artísticas aconteceriam para diferentes públicos. Para a elite, as manifestações se apropriavam de um caráter suave e, dependendo da ocasião, até energético, através de temas como o amor, preferencialmente acompanhados pela bela e graciosa plasticidade e compostura de seus intérpretes. Para o povo, as apresentações ganhavam um caráter mais intimista, chegando aos sentimentos mais profundos de raiva e tristeza.
Num certo momento da história, a música para a elite tomou um caráter individual, sem a dança, com as apresentações instrumentais, vocais ou de música ambiente, desvanecendo inclusive os menores resquícios das marcações mais viscerais dos instrumentos rítmicos, sucumbidos pela sonoridade dos novos instrumentos melódicos e harmônicos.
No que se refere à dança neste momento da história, tanto os bailes, festas e apresentações da elite, quanto festas, danças e apresentações da plebe, sempre mantiveram uma relação de conjunto entre a dança, a música e o ritmo, ao vivo, como essência. Mesmo com o aparecimento das apresentações de dança clássica, a música, a dança e o ritmo coexistiam em harmonia na elite, já que os bailarinos eram acompanhados ao vivo por músicos e, mais tarde, por grandes orquestras nos grandes espetáculos de teatro. Porém, a música feita pelo povo, ou para o povo, conservou a energia latente dos instrumentos de percussão e as danças foram se tornando cada vez mais ritmadas.
Com o aparecimento do rádio, a música toma, mais uma vez, um rumo completamente independente da dança, embora a dança mantenha a essência da necessidade de sua relação pois, para dançar, havia a necessidade de ligar o rádio para ouvir e interagir com a música.
Eis que então surge o mercado fonográfico.
A gravação e conseqüente facilidade de reprodução de um trabalho musical tornou possível à dança, uma independência dos músicos, mas não da música em si, sendo um divisor de águas que promoveu inúmeras mudanças na relação entre eles.
A industria fonográfica trouxe novas possibilidades e formas de trabalho para os músicos, percussionistas e bailarinos. Mas, o quanto, e até que ponto, a perda da relação ao vivo entre estes elementos pode ter afetado o futuro do que poderia ser a relação entre eles hoje?
O Primeiro Passo
A dança contemporânea muda nossa relação com o corpo e com a vida. Até quem não quer virar bailarino pode investir na prática como uma forma de autodescoberta
Por Priscilla Santos
Reportagem da revista Vida Simples - Edição de Setembro de 2007
Mas, afinal, o que é dança contemporânea?
A maioria de nós consegue imaginar um bailarino de sapatilhas de ponta fazendo uma pirueta quando se fala em balé clássico, ou uma dançarina com uma sombrinha na mão realizando passos com a ponta do pé e o calcanhar quando o assunto é o frevo, por exemplo. Mas, quando se trata de dança contemporânea, a referência não aparece assim tão fácil. Pode ser que alguém tenha pensado num espetáculo do Grupo Corpo ou da Quasar Companhia de Dança, duas referências de dança contemporânea no Brasil. Mesmo assim, pode acontecer de você assistir a um espetáculo de cada uma dessas companhias e não ver sequer um passo comum. É que a dança contemporânea não é uma escola ou uma técnica específica, e sim um modo de pensar a dança que passou a ser desenvolvido em todo o mundo a partir da década de 70, depois de a dança moderna dar o pontapé inicial na quebra da hegemonia do balé clássico.
Ficou difícil? Pense na arte contemporânea como um todo. Hoje, é possível que você vá a uma peça de teatro em que os atores não tenham fala, a uma exposição em que os quadros não reproduzam a realidade. A dança contemporânea faz parte das artes contemporâneas, e todas essas artes se dedicam a falar das questões complexas e cheias de nuances de nosso tempo. Família, antigamente, era mãe, pai e filho. Hoje é o pai que casou com a mãe que tem filho de outro.
A dança contemporânea se dedica a falar das relações humanas, num mundo onde existe aids, casamentos que não duram a vida inteira, muita miséria e violência, afirma a crítica de dança Helena Katz.
O fato é que o mundo de hoje não é mais o mesmo de antigamente, as coisas mudaram. E a arte acompanhou essas transformações. Por isso, a dança teve que procurar novas abordagens. E de onde poderia partir essa dança que pretende falar das relações humanas senão do próprio homem? A dança contemporânea nos propõe uma investigação de nós mesmos através do corpo, nos convida a vasculhar cada detalhe para descobrir movimentos que expressem nossas emoções, dúvidas e pensamentos. E nos lança a questão: por que não encarar o corpo como uma forma de existir e de fazer trocas com o mundo? Assim, mesmo quem não pretende ser bailarino pode praticar aulas de dança contemporânea como uma forma de autoconhecimento.
Conhece-te a ti mesmo
Se quisermos nos expressar por meio do corpo, é preciso antes conhecê-lo. Saber o que existe lá dentro. Quais são as direções dos ossos, músculos e articulações, esmiuçar cada detalhe como uma criança que desmonta um brinquedo para ver como funciona. Em geral, mantemos o corpo adormecido. Somos criados dentro de certos padrões e ficamos acomodados naquilo, escreve o bailarino e coreógrafo Klauss Vianna (1928-1992), criador da técnica de consciência corporal no Brasil, no livro A Dança. Esses velhos padrões vão criando as couraças musculares, que nos impedem de explorar as potencialidades do corpo e ainda nos geram aquelas dorzinhas chatas. É o jeito torto de deitar para assistir TV ou o hábito de ficar sentado o dia todo. Assim, acabamos usando alguns músculos demais e outros de menos, criando tensões desnecessárias.
É curioso, no dia seguinte a uma aula de dança contemporânea (como as que fiz para escrever esta reportagem), sentir uma dorzinha num músculo que você nem sabia que existia, ou se dar conta de que sempre botou o esforço no lugar errado na hora de fazer um movimento simples como levantar a perna. Numa aula, o professor pode propor que você massageie seu pé (ou o do colega) enquanto explica o nome de alguns ossos, suas funções e por aí vai.
Pois a dança surge de nossos processos internos, ou seja, de como nossos músculos se movem, como os ossos se encaixam e como colocamos emoção em nossa massa. Daí a idéia de buscar a dança que existe dentro de cada um. Para isso, é preciso estar atento ao corpo, o tempo inteiro. Para Klauss Vianna, a aula de dança começa pela manhã, quando abrimos os olhos na cama. O aquecimento interno ocorre na rua, no chuveiro, no trânsito. Assim, mudar a posição do sofá ou o local de dormir dentro da própria casa são estímulos que geram conflitos e novas musculaturas em nosso cotidiano: espaços novos, musculatura nova, visão nova. E não é só levar a dança para o dia-a-dia ou vice-versa. Mais que isso: reconhecer que essa divisão não existe, pois o corpo que dança é o mesmo que corre, brinca, come, ama e sofre. Quanto mais levarmos em conta essa dimensão existencial revelada por meio do nosso corpo, quanto mais considerarmos as dúvidas e os questionamentos que nascem na relação com o mundo exterior, mais proveitoso poderá vir a ser o trabalho realizado e tanto mais rico o resultado obtido, escreve Klauss.
Lei da gravidade
A professora, bailarina e coreógrafa Tica Lemos nos convidou a deitar no chão e fechar os olhos no início da aula. É uma convocação a entrar no mundo interior, não para relaxar, mas para focar, afirma. Aos poucos, vamos cedendo à gravidade, percebendo nosso peso e sentindo cada vez mais os músculos e ossos. Você vai ajeitando o corpo no chão como o pé ao calçar o sapato. E parece que ele vai se prolongando, vão se abrindo nossos espaços internos. Afinal, temos volume, não somos um boneco chapado. Tirar proveito dessa tridimensionalidade nos faz ampliar os movimentos e ganhar consciência de nossos limites. Onde meu corpo começa e termina? Que volume ocupo no espaço?
Da mesma forma que se preocupa com a anatomia, a dança contemporânea usa as leis físicas, como a gravidade e a força peso de nosso corpo, a favor do movimento. É da natureza o centro da Terra convidar o centro de massa de um outro corpo. É a atração das massas. Antes de se ter um acesso mais claro a esse raciocínio, tendia-se a forçar demais a estrutura muscular, diz Tica Lemos.
Por isso, muitas coreografias de dança contemporânea, tanto nos palcos quanto nas salas de aula, têm seqüências em que os bailarinos se entregam ao chão ou brincam com quedas, deslizes, variações de níveis de altura: sentar, deitar, estar de pé e cair de uma só vez ao chão. É claro que isso não é regra. Como você já deve ter percebido, regras e padrões passam longe da dança contemporânea. O fato é que suas coreografias tendem a mostrar de forma mais ampla a relação do corpo com o espaço, aproveitando as diversas possibilidades dessa interação. E, para fazer isso com consciência, gerando movimentos harmônicos, expressivos, cheios de intenção e, ainda, sem se machucar, é preciso conhecer nossos apoios, alavancas e, sim, ter força muscular. Mas não a força vinda da repetição mecânica de exercícios, como na musculação, e sim a que surge de movimentos conscientes. O coreógrafo Ivaldo Bertazzo, criador do método de educação do movimento, diz que, se nosso corpo se constitui de vários pedaços, o movimento nos possibilita juntar as peças e criar unidade.
Ok, desse jeito, você deve estar pensando que é preciso virar PhD em consciência corporal antes de dançar a primeira coreografia. Pois sou prova viva de que não. A aula de Denise Passos, no Estúdio Ruth Rachou, em São Paulo, começou com seqüências de quedas e giros. Fui seguindo conforme meus limites e olha que não dei vexame. O segredo está mesmo em saber onde se apoiar e, ufa, quanto a isso a professora vai orientando e em aproveitar o impulso de um movimento para iniciar o seguinte. É como se você desse o play no CD e uma coisa fosse emendando na outra, diz Denise. O que deixa os movimentos mais fáceis e prazerosos.
Improvisação
Se a dança contemporânea não tem passos preestabelecidos, como surgem as coreografias? A partir da liberdade de experimentar. E, numa sala de aula, o ambiente nos ajuda a soltar as amarras. Sabe aquele espelho tradicional das salas de balé? Muitas vezes é coberto por uma cortina. Música? Nem sempre. O som dos pés batendo no chão, os bocejos e balbucios podem tomar seu lugar, nas aulas e nos palcos.
Ao som de canções de viola, a bailarina e coreógrafa Lenira Rengel nos propôs um exercício de improvisação: traçar linhas imaginárias no espaço e percorrê-las com alguma parte do corpo. Em pouco tempo, vi meu repertório minguar e comecei a rezar para que o exercício chegasse ao fim. Ninguém improvisa do nada, tem que ter elementos. Tudo bem que ninguém é nada. Todo mundo tem uma educação, uma história, mas vai ser limitado se não houver um repertório corporal, diz Lenira.
Para ampliar esse repertório é preciso pesquisar os movimentos. O professor nos dá elementos, mas nós também os coletamos no cotidiano. E isso acontece o tempo todo, até de forma inconsciente: é uma pessoa que você viu no ônibus levantando o braço de um jeito xis, a forma como você virou no sofá para pegar o controle remoto etc. É escutar o corpo, como ele se relaciona com o ambiente. Quando você deita no chão, percebe se ele está quente ou frio, sujo ou limpo. O que o gelado ou a sujeira causam no seu corpo? Ao acordar essa percepção, você tem uma fonte quase inesgotável para criar, diz a professora e bailarina Zélia Monteiro.
Novos pontos de vista
A dança contemporânea nos permite desalojar velhos padrões não só de movimento, mas de formas de pensar. É preciso deixar de lado certos valores para se espreguiçar no chão ou improvisar mesmo sabendo que, para quem olha de fora, você pode parecer ridículo. A reconhecida coreógrafa alemã Pina Bausch escolhe os bailarinos não pela técnica, mas pelo que pensam. Para isso, passa dois ou três dias com as pessoas antes de elegê-las ou não.
Angel Vianna, professora, bailarina e companheira de vida de Klauss Vianna, diria que talento tem muito pouco a ver com dançar. É ao experimentar livremente que as capacidades se afloram. Para nós, leigos, a dança contemporânea já valeria por nos devolver o corpo como forma de expressar nossa individualidade. É como disse Tica Lemos: Uma pessoa pode passar ao largo do corpo durante a vida, mas isso é quase uma mutilação da capacidade humana.
Livros de Referência:
A Dança, Klauss Vianna, Summus
Angel Vianna A Pedagoga do Corpo, Enamar Ramos, Summus
Esqueci de postar por aqui sobre a seleção de bailarinas para a Cia Halim. Acho... rsrsrs Então, vou contar o pós-seleção.
Durante o mês de junho fizemos alguns testes para novas bailarinas para a Cia Halim. Em julho começamos os ensaios, apenas 4, para debutarmos com a nova trupe esse fim de semana, no evento Tribal Y Fusion, em São Caetano do Sul. E de agora em diante, vocês verão por aí uma Cia Halim grandeeeee... agora somos 15 meninas! Eba! Assim que tivermos novidades, posto por aqui.
De toda forma, venho aqui agradecer as novatas pelo esforço e dedicação nesse pouco tempo, pela garra que estão demonstrando, pela amizade que está se iniciando no grupo nessa nova fase. Espero que possamos trabalhar juntas por muito tempo. E que essa seja apenas a primeira apresentação de muitas que se seguirão. Parabéns a todas por ontem!
Aproveito para registrar aqui o nome do atual elenco da Cia Halim:
Shaide Halim, Nubia Ferro e Jamila Silva (desde o início de tudo, em 2001, quando a Halim ainda estava nascendo!)
Fernanda Baccaro (na Cia desde 2003)
Lua Samsara, Maira Spilack, Khadife Dunya e Renata Rodrigues (que começaram a estagiar conosco no ano passado e agora fazem parte oficialmente da Cia Halim)
E as selecionadas em junho de 2009: Fernanda Halim (minha filhota... a caculinha da Halim, com 12 anos de idade!), Erica Gianne Martins, Tamy Torres, Cinthia Zimbardi, Carol Fonseca, Isis Mahasin e Millah Palhares.

