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Saúde do Bailarino

Um bailarino precisa saber como lidar com seu instrumento de trabalho, o corpo. Se não souber, pode enfrentar sérias complicações.


* Para evitar aquelas dores chatas nos músculos depois da aula, sempre se aqueça o máximo possível antes desta. Mas atenção! Não pense em alongar-se bastante! Nunca extrapole seus limites, pois a aula ainda vai começar, ou seja, você tem muito o que se alongar ainda... Senão, isso poderá resultar em muita dor de cabeça (e de músculos) depois.

 

* Após as aulas, se você sentir dores na parte em que se alongou bastante, como coxa, virilha, panturrilha, compressas de gelo vão bem.

 

* Se você for tomar banho após a aula, procure tomar banhos quentes, pois seu corpo ainda está morno pelo exercício, e banhos frios podem resultar em choques térmicos.

 

* Após exercícios de alongamento, relaxe os músculos, massageando-os ou chutando as pernas para a frente. Assim o músculo não fica muito "tenso", e nem fica aquela "coisa dura" quando você anda.

 

* Em casa, se você ainda sente dor em alguma parte de seu corpo, passe pomadas que aliviam a dor, como CATAFLAN EMUGEL®, CALMINEX® e GELOL® . Elas promovem resultados rápidos.

 

* Atenção! Se nenhum desses itens ajudar para melhorar alguma dor que você esteja sentindo, procure um médico imediatamente. Pode ser um problema sério, como bursite, distensão, contratura etc.


Cãibra


A cãibra é uma retração involuntária e dolorosa do tecido muscular, que pode comprometer desde uma pequena parte de um músculo até um grupo muscular inteiro. Pode durar alguns segundos ou minutos.

 

Causas: a causa mais comum da cãibra nos bailarinos é a fadiga muscular, mas também pode ter outras origens como o frio e a falta de potássio no organismo, que também é apontada como agente importante.

 

Tratamento: O alongamento do músculo ou músculos comprometidos. Fontes de Potássio: água de coco, fígado, laranja, banana, feijão, carne.


Distensão muscular


É a ruptura espontânea de várias fibras musculares causada por esforço, com dor súbita e forte durante o movimento e que, às vezes, impossibilita que o músculo afetado se movimente. A dor desaparece com o repouso, mas reaparece com o movimento. Às vezes, pode caracterizar-se pela presença de manchas vermelhas
ou escuras sobre o local comprometido, devido ao sangue liberado pelos vasos sangüíneos na ruptura muscular.

 

Causas: passos ou exercícios de difícil execução, bruscos ou pesados, feitos sem o devido aquecimento prévio, são a principal causa da distensão. Os músculos mais freqüentemente afetados são os internos da coxa e os da panturrilha.

 

Tratamento: primeiramente, parar com a atividade física imediatamente. Depois, procurar um médico ou fisioterapeuta. Você pode até aplicar gelo ao redor ou sobre a parte afetada durante 20 ou 30 minutos, fazendo uma leve compressão e com intervalos de pelos menos uma hora (isso enquanto houver aumento de volume no local,
o que acontece nas primeiras 48 a 72 horas). Após o terceiro dia, deve-se aplicar calor úmido em torno ou sobre a parte lesada. Isso estimulará a circulação, o que eliminará os produtos nocivos do metabolismo celular, acelerando o processo de cicatrização. Após o terceiro dia, também pode ser usado o contraste calor-frio, ou seja, 5 minutos de calor para 4 minutos de gelo. Esse tempo vai sendo reduzido gradativamente até um minuto de calor. Após o desaparecimento da dor aguda, o retorno do bailarino à atividade deve ser feito com aplicação de calor local durante 10 a 15 minutos antes da aula e aplicação de compressas de gelo também durante 10 a 15 minutos depois da aula. Isso evitará que o edema se instale. Exercícios de alongamento e fortalecimento muscular devem ser feitos a fim de que a musculatura atrofiada pelo desuso seja novamente preparada para o retorno às atividades normais. Se durante a atividade o local lesado se mostrar mais doloroso do que antes de iniciá-la, pare, aplique gelo e procure o seu médico ou fisioterapeuta.


Entorse

Ocorre quando o limite fisiológico de uma articulação é ultrapassado. Pode estar acompanhado de distensão, ruptura total ou parcial dos ligamentos, ou casos mais graves do arrancamento da inserção do ligamento.


Causas: Como a maioria dos entorses na dança acontece nos joelhos e tornozelos, quase sempre as causas são o piso inadequado que prende os pés enquanto o corpo continua no movimento ou a torção dos tornozelos em exercícios na ponta ou na meia ponta.

 

Tratamento: Aplicar gelo sobre a articulação afetada durante 20 a 30 minutos, elevar o ponto comprometido (se possível, acima do nível do peito) e encaminhar imediatamente ao médico.

 

Tendinite

Um pequeno esclarecimento: as mãos, os pés, o pescoço e todas as partes que se dobram, ou seja, praticamente o corpo inteiro está repleto de tendões. Mas, afinal, o que é a tendinite? As palavras terminadas com o sufixo 'ite' indicam um processo inflamatório. Tendinite é, assim, a inflamação que acontece nos tendões.

 

Essa inflamação pode ter duas causas. A primeira são esforços prolongados e repetitivos, além de sobrecarga. Essa primeira causa é bem freqüente nas tendinites do ballet... A segunda causa é a desidratação: quando os músculos e tendões não estão suficientemente drenados devido à uma alimentação incorreta e toxinas no organismo, pode ocorrer uma tendinite. A tendinite se manifesta inicialmente com dores e muitas vezes com a incapacidade da pessoa em realizar certos movimentos. A pessoa pode sentir dores ao subir ou descer escadas, caminhar, dobrar os joelhos, entre outras posturas ou movimentos. Inicialmente, a tendinite pode ser confundida com artrite reumatóide. Portanto, há a necessidade de um bom médico para diagnosticar corretamente o problema. Dependendo da natureza e do grau de severidade da lesão, as formas de tratamento vão desde a indicação de antiinflamatórios até a imobilização do membro afetado (por exemplo, tala ou engessamento).


Em primeiro lugar, porém, é preciso repouso. Após um certo período, a pessoa é aconselhada a fazer fisioterapia, para acelerar o processo de cura. Uma das técnicas indicadas para a tendinite é a crioterapia, aplicação de bandagens a temperaturas muito baixas ou bolsas de gelo. Massagens também são indicadas como auxiliares
no tratamento. A aplicação local de corticóides é apenas indicada dos casos mais graves. No caso de tendinite de origem química, os médicos indicam uma dieta alimentar especial, para prevenir a desidratação que pode resultar na pouca ou nenhuma lubrificação dos tendões e conseqüente no agravamento da doença. Essa dieta exige a retirada de alimentos ácidos e graxos, incluindo-se a manteiga e o chocolate e as frutas ácidas. Se a tendinite não for tratada em tempo ou da maneira adequada, ou mesmo se a fisioterapia não for feita durante o período necessário, pode haver seqüelas. A pessoa não tratada pode sofrer uma ruptura do tendão após um período de inflamação mal cuidado. Pode continuar com as dores e se tornar incapaz para o trabalho. Por isso, é importante seguir todos os passos indicados pelo médico para um pronto restabelecimento.


Para prevenir a tendinite, não se deve expor-se a grandes períodos ininterruptos de exercício. Uma parada, uma pausa por alguns minutos pode significar um ganho em termos de continuidade em médio e longo prazo. Outra coisa para prevenir a tendinite é ter uma alimentação balanceada, evitando a tendinite química. Por último, vale lembrar que os casos mal curados podem acabar necessitando de cirurgia. Vale a pena, portanto, se preocupar com a prevenção, onde os gastos e o desgaste emocional são muito menores.

 

Estiramento muscular


É o alongamento voluntário ou involuntário de um músculo além do seu limite natural. É caracterizado por dor muscular no local do estiramento no momento em que há o esforço, e desaparece quando se volta ao repouso. A dor dura em média de 2 a 10 dias, dependendo do caso, e pode desaparecer até mesmo sem tratamento se o músculo afetado for poupado.


Causas: um movimento descuidado, ou para o qual o músculo afetado não esteja aquecido ou preparado para executar.


Tratamento: repouso da parte afetada e compressa de gelo.

 

Bolhas


As bolhas ocorrem quando a pele é friccionada para frente e para trás de encontro ao interior da sapatilha. A maioria das bolhas causadas pelo trabalho de ponta estoura e há às vezes sangramento. Uma vez que a pele crua é exposta, a dor de dançar com uma bolha aberta é enorme. É melhor parar de dançar e tender à bolha do que arriscar-se à piora e à infecção da área. Se algum pedaço de pele morta remanescer na bolha aberta, corte-o fora com tesoura esterilizada. Cubra a bolha com Merthiolate ou água oxigenada. Exponha a bolha ao ar fresco sempre que possível. Se você tiver que dançar em sapatilhas de ponta outra vez antes de que a bolha esteja curada, faça o seguinte: corte um pedaço de uma borrachinha ou um plástico (para isolar a área ao redor da bolha) e faça um furo no meio deste - um pouco maior do que o tamanho da bolha. Coloque-o em torno da bolha e fixe com fita adesiva ou esparadrapo. Se necessário, use duas camadas da borrachinha. Dá também para usar gaze.Se um dedo do pé começar a criar bolhas insistentemente, é aconselhável envolvê-lo com band-aid ou esparadrapo antes de cada aula. Isto deve impedir que uma nova bolha se forme.


Fonte: Ballet Essencial, Flávio Sampaio



Postado por: shaidehalim às 10h52
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