
![]() ![]() ![]()
|
BRASIL
,
Sudeste
,
Mulher
,
de 26 a 35 anos
,
Portuguese
,
French
,
Arte e cultura
,
Música
MSN - shaide2008@hotmail.com |
Nome:Shaide Halim
Idade:???
Preferências:Dança, Música, Pin Ups e
Universo Vintage
Desde as formas mais antigas de Estilo Tribal, o da Jamila Salimpour (o primeiro estilo a ser denominado Tribal) e o da Carolena Nericcio, chamado American Tribal Style, é impossível classificar o estilo tribal como um estilo de dança do ventre, já que não há nessas danças apenas movimentos da dv "dita" tradicional.
Em ambos os estilos, o primeiro nascido em 1968 e o segundo em 1982, a dança do ventre é a base, a dança que mais é trabalhada, com as devidas mudanças posturais, é claro, mas não é a única modalidade a ser explorada no estilo. E em mais de 40 anos de existência, o estilo tribal se proliferou, se modificou e, principalmente, enriqueceu em conteúdo, ganhou novas fusões, o que só a afasta cada vez mais das tradições orientais...
Quando o tribal nasceu, já víamos, além da dança do ventre, elementos de danças folclóricas diversas sendo trabalhadas nas fusões, como as danças africanas tribais e paquistanesas. Já em 82, com o estilo adotado por Carolena Nericcio, não só as danças orientais faziam parte do tribal, como a dança flamenca. Ora essa, flamenco não é dv... e muita gente passou a se sentir incomodada com o termo corrente na época - Tribal Belly Dance.
Vamos levar sempre em conta que quem defende e quer manter as coisas da maneira mais tradicional possível, não gosta muito de inovações, fusões, ou seja, intromissões no campo daquilo que eles acreditam ser tradicional.
Surgiu então um movimento entre as bailarinas de dança do ventre de negar o tribal como parte da dança do ventre. Ao contrário do que se possa imaginar, as bailarinas de tribal ficaram aliviadas, pois se desvencilharam de vez de qualquer responsabilidade para com as tradições e poderiam, agora que eram uma modalidade de dança e não um sub-estilo, trabalhar de forma mais livre, criar, acrescentar, modificar à vontade.
E daí então nasceram o Neo Tribal, o Urban Tribal, o Tribal Fusion Tribal e qualquer outro nome que a dona do estilo queira dar. E aqui no Brasil, o Estilo Tribal Brasileiro (^-^)
Agora, porque se o estilo é tribal, tantos nomes diferenciados? Porque cada trupe quis diferenciar-se daquilo que já era chamado de Estilo Tribal (Jamila Salimpour) ou do Tribal Americano (Carolena Nericcio). Não só para criar uma identidade própria, mas para
determinar que o trabalho em si era diferenciado.
Cada novo grupo foi dando seu toque pessoal, criando seu próprio modo de trabalhar com o tribal, com a nova postura, esse espírito de grupo e essa busca por movimentos amplos, fortes, não apenas pensando na visualização dos passos, mas também em trazer à bailarina tribal a
imagem da mulher forte, vigorosa.
Agora, hoje, atualmente, neste exato momento, como é que poderíamos chamar de estilo de dança do ventre uma dança onde, apesar da dança do ventre ser um dos elementos fortes, ela divide espaço com dança flamenca, indiana, afro, contemporânea, brasileira, havaiana, hip hop, entre outras????
Bom, é para matar qualquer tradicionalista de infarte fulminante, né? E não há lógica em englobar outros movimentos como sendo de dv, já que não são, em origem.
O que eu considero estilos de dv: as técnicas existentes - egípcia, libanesa, turca, jordaniana, onde não há fusões, e sim maneiras diferentes de se realizar um repertório de movimentos tradicionalmente comuns à dv.
Mas além do Estilo Tribal, há muitas outras danças que trabalham com a fusão da dança do ventre e outros elementos, como o Flamenco Árabe, o Belly Jazz, a Salsa Belly Dance, Afro Belly Dance e afins. Nenhuma dessas pode ser considerada parte do universo tradicional da dança do ventre, mas é muito comum ver bailarinas de dv executando essas modalidades sem causar tanto alarde quando causa o estilo tribal. Pq será?
gentemmmmmm, esse sabado tem show do Estúdio de Dança Shaide Halim...várias dancinhas. Vejo vcs lá!

Esse post é pra quem gosta de chacoalhar o esqueleto nas pistas de dança, além das salas de aula!
Papo rápido: dica para quem curte um clima retrô, saia rodada, topete e muito rock and roll anos 50 e 60.
Sim! Em São Paulo é possível achar lugares bacanas pra ouvir esse tipo de música, curtir um ambiente que te leva de volta aos anos dourados e, em alguns deles, se acabar de dançar... bom, pelo menos eu, quando vou, saio da pista acabada de tanto saracotear. Vamos aos endereços. Nos encontramos por lá!
The Clock Rock Bar
R. Turiassu, 806 – Barra Funda
Entrada (não-consumível): R$ 21,00 (mulher) e R$ 24,00 (homem)
Só funciona aos sábados e domingos, com banda ao vivo a partir das 23 h. A casa abre às 21 h e, até a banda começar a tocar, tem aulinha de dança pra que o público possa se acabar de dançar sem fazer feio na pista. Mas se quiser fazer bonito mesmo, vá à caráter. Se sentirá em casa em meio às saias rodadas de bolinhas e aos topetes perfeitamente moldados com muito gel e vaselina.
A The Clock está em primeiro lugar na minha lista não é à toa. Pra mim, é a melhor casa pra quem curte esse tipo de som. O lugar é uma gracinha, totalmente temático (tem uma lojinha lá dentro, que é um pecado! Canequinhas e bottons da Marilyn, Elvis e afins, saias rodadas e sapatilhas especiais pra dançar, e mais um monte de coisinhas tentadoras!), o som é maravilhoso, o povo que freqüenta dança horrores... mesmo se vc não souber dançar, vale a pena ir lá e ver o show que a galera dá na pista de dança. Apesar da entrada ser um tanto quanto salgada, as coisas lá dentro não são muito caras. Eu recomendo 100%. E é bem provável que a gente se esbarre por lá. Vamos?
Little Darling
Av. Irai, 229 - Moema
Entrada (não-consumível): R$ 20,00 (homens ou mulheres)
Eu conheço o Little Darling da época que ele abriu as portas. Fui na inauguração, inclusive. E fui freqüentadora assídua por anos e anos e anos. Na época era pequeno e nunca lotava. Hoje em dia dizem que a casa foi ampliada e que rola uma certa lotação por lá, portanto, convém chegar cedo também pra pegar lugar. Quando eu ia, dava pra ver dezenas de clones do Elvis circulando pelo bar. Era mais freqüentado por quem curte mesmo o movimento rockabilly, mas agora me parece que a casa se popularizou demais da conta e o público é mais flutuante e misturado. Portanto, se for à caráter, acho que será minoria. Eu nem ligo...já ando assim no dia a dia mesmo... hehehehe
Astronete
Rua Matias Aires 183 – Consolação
Entrada gratuita até às 23 h. Depois disso é R$ 15,00 (homens ou mulheres)
Não rola só esse tipo de som no Astronete. Durante a semana, a casa tem uma programação variada, mas às sextas o DJ capricha no rock dos anos 50 ao 70. Tem bandas ao vivo, também. Ok, o som é um pouco lado B, aquelas músicas não tão conhecidas, o que pode decepcionar um pouco quem espera chegar lá e ouvir Elvis e Jerry Lee Lewis. O público também não é tão animado na pista de dança... ou melhor, o povo até dança, mas ninguém realmente sabe como dançar o twist, entende? Rsrsrsrs Mas o lugar é uma gracinha. Se quiser sentar, chegue cedo, pq são pouquíssimos lugares... pouquíssimos mesmo...ou então, se prepare pra passar a noite em pé (ou dançando!) O público é jovem e alternativo. Não, nada de rockabillies topetudos pelo salão. O que vc vai ver é aquela turminha modernosa, de óculos de armação preta, tênis de cano alto, calça agarradinha e cabelo caindo no olho...
Memphis Burger
Av. Jucelino Kubitschek, 181 – Itaim Bibi
Shows às quintas, sextas e sábados. Couverts variam de R$ 8,00 a R$ 15,00 (variam de acordo com a programação da casa)
Ainda não conheço, mas logo irei lá e confirmo pra vcs se minhas expectativas estavam certas. Pelas fotos, é uma lanchonete totalmente caracterizada. Dizem que o hambúrguer é maravilhoso (como eu não como carne, não vou poder dizer se é mesmo! Sorry...hehehe), e na Juke Box só rola o melhor dos anos 50 e 60. No site de Caio Durazzo, guitarrista da banda rockabilly The Hideaway Cats, estava marcado um show da banda por lá. Ou seja, o local também apresenta música ao vivo. Dia 12 de junho vou lá pra conferir o lugar e conto tudooooooo, timtim por timtim.
Fifties
Varias unidades (Moema, Itaim Bibi , Vila Olímpia, etc)
Horário de funcionamento: Almoço jantar e vai madrugada adentro. Durante a semana te as 3 da manhã e fins de semana até as 5 h.
www,fifties.com.br
No mesmo estilo da Memphis, lanchonete estilosa, com lanches sarados, porém, o precinho é salgado. Mas, se não tiver afim de gastar muito no hambúrguer e na batata frita, vai lá, pede um belo milkshake e curte o ambiente e o som. Lá não tem musiquinha ao vivo, nem balada, nem dancinha. É só pra sentar nas mesinhas, bater um papo com os amigos e se acabar nas comidinhas do cardápio. Adeus regime! Hehehe
Cadillac Vintage Bar
Rua Sâo Bento, 50 – Valongo – Santos, SP
Entrada: R$30 para homens (sendo R$15 consumíveis) e R$20 para mulheres (sendo R$10 consumíveis)
Essa casa fica em Santos. Se alguém conhece o lugar de pertinho e quiser me falar mais a respeito, eu agradeço. Por enquanto, vou colocar o release que rola pelo Google:
Com decoração inspirada em ícones do passado como lambretas, vinis, rockabilly e Beatles, a balada temática tem às sextas e sábados as bandas Via Rock tocando clássicos, e Os Robervais, ressuscitando o trash dos anos 70 e 80. O DJ Ravox também agita a casa com set list repleto de flashbacks e até músicas atuais. No bar, drinks variados e clima da década de 50. A partir das 21h30.
Observações da Tia Shaide: Trash 70 e 80? Ahhhhhh, nananinanão... Música atuais? Já brochei! Buá!
Mas enfim... quem quiser conhecer o lugar, fica a dica. Pelo menos na aparência, a casa é estilosa. Uma pena que não siga o tema também na programação musical.